Amino de côco

Olá!

Hoje vamos falar da minha substituição para o molho de soja. Como sabemos, a soja é completamente modificada geneticamente e é muito raro encontrar soja pura, orgânica.

E ainda:

“Vale a pena investigar quem está por detrás do cultivo de soja e o impacto ambiental do cultivo massivo desta espécie e talvez se comece a perceber muita coisa… À parte desse impacto, muitos estudos têm sido realizados sobre os seus benefícios e prejuízos para a saúde. Para que cada pessoa pondere a sua utilização e faça uma escolha consciente, enumero alguns dos efeitos indesejáveis do seu consumo exagerado e sugiro pesquisas sobre o tema.

O que não se diz
A ingestão elevada de alimentos à base de soja ou isoflavonas de soja está associada a uma menor concentração de esperma e menor mobilidade dos espermatozoides, o que poderá ser responsável por menor fertilidade masculina;
A ingestão de quantidades elevadas de fitoestrogénios pelas grávidas pode condicionar o crescimento do seu filho durante a gestação e comprometer a sua futura fertilidade;
Numa alimentação pobre em frutas e hortícolas, a ingestão de soja pode comprometer ainda mais o aproveitamento dos minerais, devido ao seu conteúdo em ácido fítico;
Pode influenciar negativamente as funções da tiroide;
Pode estar relacionada com o desenvolvimento sexual precoce, infertilidade e maior incidência de cancro de mama nas raparigas;”

“Lembramos que, mesmo os asiáticos consumindo maioritariamente produtos fermentados da soja, praticamente livres dos antinutrientres da soja, lá há uma incidência maior de câncer na tiróide, no fígado, no estômago, no pâncreas, alem da maior incidência da disfunção eréctil.
Grão de soja: o grão de soja contém uma série de substâncias prejudiciais à saúde, e que recebem o nome de anti-nutrientes.
O primeiro desses anti-nutrientes é um inibidor da enzima tripsina, produzido pelo pâncreas e necessária à boa digestão de proteínas. Os inibidores da tripsina não são neutralizados pelo cozimento. Com a redução da digestão das proteínas, o caminho fica aberto para uma série de deficiências na captação da aminoácidos pelo organismo. Animais submetidos em laboratório a dietas ricas em soja sofreram um aumento no tamanho do pâncreas e até câncer.
A não absorção dos aminoácidos atrapalha não só o crescimento e o desenvolvimento, mas também compromete a fabricação de neurotransmissores. A enxaqueca, a dor de cabeça, pânico, ansiedade, até mesmo depressão, são causados, em parte, por um desequilíbrio nos neurotransmissores.
Há também na soja uma substância chamada hemoglutinina, que aumenta a viscosidade do sangue, facilitando sua coagulação. Portadores de enxaqueca já sofrem de uma maior tendência de coagulação de sangue e, portanto, maior propensão a acidentes vasculares. A pior coisa a fazer é ingerir substâncias que agravem essa tendência.”

Assim que encontrei e pesquisei sobre o Amino de côco, fiquei super feliz, porque adoro o sabor do molho de soja em alguns pratos e saladas.

‘Com certificação Orgânica no país de origem, Vegana, Não-Transgénica e de Comércio Justo, o Coco Aminos é livre de corantes, aromatizantes ou qualquer ingrediente artificial. Contém 14 aminoácidos e ainda é fonte de vitaminas e minerais. Ou seja, totalmente DO BEM! Possui um paladar suave – levemente adocicado-, que não se sobressai às preparações. Ao contrário, apenas acentua a perfeita combinação entre o doce, o salgado e o quinto sabor reconhecido pelo nosso paladar – o Umami.

Coco Aminos é uma alternativa saborosa ao molho de soja, sem sabor de coco, mas com 76% menos de sódio e molhos de soja regulares, perfeitos para uma cozinha asiática saudável. É muito saudável por causa da baixa glicemia, 17 aminoácidos, minerais, vitaminas e um nível de pH quase neutro.

Como usar

Pode ser usado em qualquer preparação como molho, tempero ou condimento saudável. Versátil na cozinha, ele surpreende o paladar e criatividade dos cozinheiros mais exigentes. Como um substituto aperfeiçoado ao molho de soja tanto no sabor quanto no valor nutricional, tem a vantagem de não conter soja ou glúten.’

Eu mando vir o meu do site: Maya Gold Organic

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Espero que gostem!

Eu adoro! 😀

Até à próxima,

beijinhos e abraços,

Rose**

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Muffin de chocolate, DUPLO!!!

Olá!

Esta semana tem sido nada mais que más noticias, os incêndios que estão a lavrar o pais e as nossas gentes 😦

Dei uma pausa na tristeza e trago-vos estes muffins para tentar adoçar um pouco a nossa vida. São fáceis de fazer e ainda mais fáceis de comer eheh

Retirei esta receita de : chocolate banana paleo muffin

Vamos lá a eles então:

Ingredientes:

  • 2 bananas super maduras (143gr sem casca, cada)
  • 1/3 de chávena ou 106 gr de mel
  • 2 colheres de chá de extracto de baunilha
  • 2 ovos
  • 1/4 de chávena ou 56 gr óleo de côco, derretido
  • 200 gr de farinha de amêndoa
  • 3 colheres de sopa ou 27 gr de farinha de côco
  • 1/3 chávena ou 42 gr de cacau em pó
  • 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
  • 1/4 colher de chá de sal
  • 1 chávena ou 180 gr botões de chocolate

Processo:

  1. Pré-aqueça o forno a 175°C e alinhe 12 papeis para muffins numa forma.
  2. Numa taça larga, comece por amassar a banana até ficar puré.
  3. Adicione o mel e a baunilha e mexa bem.
  4. Adicione agora os ovos e o óleo e misture até ficar homogéneo.
  5. Numa outra taça, misture as farinhas, cacau, bicarbonato de sódio e o sal.
  6. Coloque a mistura molhada e mexa. E, junte os botões de chocolate.
  7. Colocar a mistura nas formas e cozer no forno por 18 minutos ou até o teste do palito sair limpo.
  8. Deixar arrefecer e toca a atacar!

Com estes muffins aproveitei e fiz leite de côco.

Ingredientes:

  • 2 chávenas de Côco ralado
  • 4 chávenas de água morna

Processo:

  1. Numa taça colocar o côco ralado e a água e deixe repousar por meia hora.
  2. Num liquidificador bater a água e o côco, até ficar uma pasta espessa e cremosa.
    Primeiro coe esta pasta com um coador, irá separar a maior parte sólida do côco. Em seguida, esprema através de um pano ou  gaze, por forma a ficar mesmo só com o líquido sem quaisquer partículas.

    O leite deve ser guardado no frigorífico e dura 2-3 dias. Pode também congelar e utilizar quando necessário.

e pronto, fica um lanche delicioso e sem culpa 🙂

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Até à próxima receita!

Beijinhos e abraços,

Rose***

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De volta

Olá gente linda!

Obrigada pelas mensagens que fui recebendo enquanto estava fora. Sei que desapareci assim do nada, mas arranjei trabalho. Até eu me acostumar à nova rotina e ao facto de mexer os membros que estavam muito parados, demorou um pouquinho. Obrigada pela paciência e carinho que fui recebendo.

Aos poucos, vou voltando. E hoje, não quero perder tempo e gostaria de partilhar convosco uma receita deliciosa de pão. Pão? Perguntam voces. Sim, pãozinho tão bom, que só me apetece comer a toda a hora, mas não pode ser ehehehe

É o  Pão alentejano em bolinhas [Paleo, sem glúten]  

Do Blog : TemperosdaArgasPaleo

Estou fascinada com estas bolinhas, para levar para o trabalho para um complemento do meu jantar. No meu trabalho, não tenho hipótese de escolha de alimentação, não recebo subsidio ode alimentação porque me oferecem o comer. Ou seja, escolhi comer apenas um bom prato de sopa feita por eles e levar comigo um complemento. Por vezes, nem é necessário, mas há dias que apetece algo mais e estas bolinhas são a minha salvação.

As minhas ainda ficam um pouco achatadas, porque 1º não faço a bolinha, coloco apenas a massa no tabuleiro e rezo pelo melhor, 2º não consigo ainda fazer bem a farinha das sementes, porque o meu moinho não é forte o suficiente para triturar. Mas ficam de-li-ci-os-sas!

Aqui está a receita:

Para 6 bolinhas de aprox. 100 g::

170g farinha de sementes (girassol, sarraceno, mistura, etc.)*

210 g polvilho doce**

15  g de levedura fresca para pão (por exemplo) ou 7 g levedura seca para pão (por exemplo)*

1 colher de café de sal marinho

1 colher de sopa de azeite virgem extra

200 g água

  1. Começar por passar as sementes a farinha, caso não a tenham adquirido assim, eu para tal junto: sementes, polvilho, levedura (se for seca) e sal no robot e pulverizo.
  2. Juntar o azeite e a água (neste caso, se a levedura for fresca, dissolver na água) e misturar com um garfo. Sim, apenas com um garfo!
  3. Irá ficar com este aspecto (VER BLOG) Nem demasiado líquido, nem demasiado “cimento” 🙂 Deixar levedar por aproximadamente 30 minutos. Se adicionarem um pouco mais de água, irá ficar com miolo um pouco mais aberto, se adicionarem um pouco menos, irá ficar com o miolo mais compacto.
  4. Depois de ter levedado, a massa irá ficar mais “esponjosa”. Assim (VER BLOG):
  5. Apenas se deve mexer na massa após a levedação. A massa deve ficar moldável sem adição de mais farinha, mas se for necessário, adicionar um pouco mais de farinha para moldar. Estes da foto foram moldados sem adicionar farinha.
  6. Depois, pode ajudar-se  passar-se com mãos humedecidas em água. Além de ajudar á formação de bolinhas mais bonitas, irá ajudar à aderência das sementes.
  7. Levar a forno pré-aquecido a 180ºC a cozer durante 30-40 minutos (consoante queiram mais ou menos crocantes).
  8. Esperar que arrefeçam um pouco antes de cortar! Espero que gostem!

Estas são as minhas bolinhas, que já papei agora ao lanche:

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Adoro 🙂
Aliás, adoro as receitas que a Márcia faz, são originais e deliciosas 🙂

Até à próxima receita,

Beijinhos e abraços,

Rose**

 

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Cabazes Bio à porta

Legumes e frutas biológicos, portugueses, a óptimo preço e entregues à nossa porta! O que podíamos pedir mais?

Assim que me mudei, pus-me logo à procura dos cabazes Bio aqui em Óbidos. E, encontrei a Dona Horta, “é um serviço de entrega de produtos frescos, naturais e saudáveis. Preparamos todas as semanas cabazes de fruta e hortaliças da época e entregamos em locais e horários pré-definidos. Este método único reduz significativamente a pegada ecológica associada à distribuição e promove uma maior aproximação entre consumidores e produtores nacionais. Mas mais importante, a Dona Horta ajuda a melhorar a dieta e bem estar da sua família. Tudo o que precisa de fazer é saborear o melhor da nossa terra, pois nós tratamos do resto!”

Fiquei super contente com os legumes super frescos e fruta, e uns ovinhos caseiros! E para amansar a preguiça, nem precisei de sair de casa 😛

Visitem-nos:

Facebook: Dona Horta Portugal

Site: Dona Horta

 

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Desabafo

Hoje não venho falar de comida, venho desabafar um pouco.

Há poucas semanas, mudei de terra. Sou Algarvia de gema, nascida e criada na bela cidade de Lagos. Os meus pais já não partilham a minha costela algarvia, o meu pai é da Bairrada, crescido em Angola; a minha mãe é Angolana e Portuguesa, nascida e criada em Angola. Somos 5 filhos, nascidos em Lagos.

Mudei de terra, vim mais para o Oeste. Sai do Algarve, não porque não gosto da minha terra, mas porque às vezes sabe bem mudar. Queríamos um sítio mais calmo e verde. Uma mudança positiva na vida de um casal apaixonado. Apaixonados por esta terra linda, limpa e de gentes gentis. Mas, ontem, pela primeira vez na minha vida, senti preconceito à minha pessoa, preconceito ao local onde nasci e cresci.

Há duas semanas que me mudei para esta Vila, fomos bem recebidos, as pessoas são simpáticas, gentis. Na primeira semana, dediquei-me a arrumar a casa, preparar currículos. Na segunda semana, comecei a procurar trabalho, o dinheiro do fundo não dura para sempre e não me mudei para ficar sentada a ver o tempo passar.

Ontem, fui a uma entrevista de trabalho, marcada para as 19 horas. Estava nervosa e ansiosa. Esse sentimento foi rapidamente transformado por aborrecimento, sendo que esperei 1 hora e 5 minutos para ser entrevistada. Com sorrisos e um aperto de mão, fui recebida e encaminhada para uma sala para começarmos então a bendita entrevista.

Mal começamos, o senhor quis saber de onde eu era. E eu, orgulhosa como sempre, digo com confiança: “Do Algarve, Lagos. Bela terra, conhece?”

Quando para meu espanto a sua resposta foi nada mais, nada menos que: “Odeio o Algarve. Não fique ofendida com as minhas palavras, mas odeio o Algarve e os algarvios. Não sabem trabalhar, roubam aos estrangeiros e só trabalham 3 meses por ano para não fazerem nada no Inverno.” -“Cada vez mais, os nortenhos têm que ir para o Algarve trabalhar, porque os Algarvios só sabem se encostar, e la vamos nós vos salvar o turismo.” -“Os bons trabalhadores são excelentes no Norte, e à medida que vamos descendo no país, os trabalhadores são piores. Norte em primeiro com os melhores, centro já começam a fraquejar, Alentejo ainda pior e Algarve são uns inúteis.” Arregalei os olhos, e senti uma pontada no estômago. Continuou o seu monólogo sobre o quanto odeia o Algarve e que antigamente os amigos falavam tão mal desta terra, que o fez odiar cada vez mais.

Meia hora disto, MEIA HORA, de insultos ao meu Algarve. Mas, eu fui desculpada por ser Algarvia, porque tendo pais não algarvios, não fazia de mim uma Algarvia Preguiçosa, Sem Noção Do Que É Trabalhar A Sério, Uma Ladra (que se aproveita dos turistas para chular à força toda, chupar o tutano), não sou uma Algarvia Verdadeira, como tão eloquentemente explicou-me esta aberração numa entrevista de trabalho.

Passado Uma Hora de entrevista, eu já não sabia como reagir, só queria sair dali para fora. Defendi a minha terra, podia ter defendido melhor. Não tenho desculpa, mas nunca havia passado por tal coisa. Doeu-me, sabem?

O orgulho deste homem, que se diz homem do norte, bairrista (disse-me com toda a sua convicção) era de tal enorme, o ego deste senhor era podre, mas cheio. Conheço muita gente do norte, centro, sul e nunca fui de tal modo insultada.

Brincadeiras, todos nós o fazemos. Lembro-me do meu amigo que me chamava de moura e eu a ele de tripeiro, são brincadeiras. Mas esta amostra de gente usou a palavra Ódio muitas vezes, na mesma frase, as mãos tremiam e o rosto contorcia de raiva quando pronunciava a palavra Algarve.

Respirei fundo. No fundo do meu ser, espero que não me telefone a dizer que fiquei com o emprego. Mas, se for seleccionada, não poderei dizer que não. São apenas 6 meses de contracto, passariam num instante. Mas, pergunto-me, o que faço a este sentimento de pura tristeza e dor que sinto?

Como posso eu aceitar ser enxovalhada numa entrevista de trabalho que se baseou apenas num monólogo sobre o ódio a uma região que me viu crescer, amar, sorrir, chorar, trabalhar? Quero acreditar que não será sempre assim. Quero acreditar que posso fazer desta vila a minha casa, sem ter medo de dizer de onde sou.

 

Lúcia

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Ausência

 

Olá!!

Hoje não trago uma receita, mas um pedido de desculpa.

Tenho estado ausente, por bons motivos. Mudança de casa, de cidade, mas no mesmo país (por enquanto). Não tenho tido muito tempo para tirar fotos ao que cozinho, mas voltarei em breve. Tenho ainda a casa para arrumar e confesso que já não posso ver mais caixas à frente. Não começamos com o pé direito, tivemos uns contratempos, mas tudo está a ser resolvido.

Espero que ainda estejam por aí desse lado. Prometo que volto, cheia de ideias para receitas super, mega saudáveis e que alimentam a nossa saúde 🙂

Agradeço imenso pelas mensagens em privado que tenho recebido, com preocupação. Está tudo certo, apenas tempo curto. 🙂

Até breve,

Sempre vossa,

Beijinhos e abraços,

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Omelete de espinafres

Olá!

Hoje trago-vos uma sugestão de jantar ou mesmo para o pequeno-almoço!

Apetecia-me algo nutritivo e rápido, simples. Às vezes, complicamos demais, e menos é melhor, sem dúvida. Uma omelete com espinafres. O que isso tem de especial? Perguntam voces? Nada. Mas é delicioso. 🙂

Ingredientes:

  • 2 mãos cheias de espinafres
  • 2 ovos
  • sal e pimenta q.b.

Processo:

  1. Colocar os espinafres e os ovos dentro de uma taça e com uma varinha mágica, triturar e bater tudo.
  2. Colocar temperos.
  3. Colocar um fio de azeite ou ghee numa frigideira e fazer a omelete.

Voilá! Simples, nutritivo e maravilhoso

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Bom apetite!

Até à próxima receita!

Beijinhos e abraços,

Rose **

 

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